Em 2011, o governo Dilma tinha compromisso de incluir ações de combate à homofobia na sociedade, incluindo nas escolas. Daí um grupo de pessoas, formado por publicitários, professores e sociólogos elaborou uma série de vídeos para serem exibidos a adolescentes nas escolas. Eram quatro. Todos falando contra discriminação, pedindo respeito, etc. Nem uma linha sobre sexo. Nem uma imagem. Nada.
Como o governo era alvo de denúncias no campo da corrupção (como de costume), a bancada evangélica chantageou a presidente para retirar o material de circulação, caso contrário, o grupo convocaria o então ministro Antônio Palocci para depor. O que para muitos analistas da época era visto como desastroso para a presidente.
Irônico é que o veto ao que seria chamado mentirosamente depois de “kit gay” IMPEDIU investigações sobre corrupção. Detalhe interessante: no meio deste grupo NÃO se encontra o candidato a presidente e maior crítico do material, Jair Bolsonaro (PSL).
A matéria, na íntegra, está disponibilizada em imagem abaixo em link direto na Agência Brasil. Disponibilizamos um resumo e a imagem para o caso de ambos serem excluídos no futuro.
http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2011-05-25/bancada-religiosa-usa-caso-palocci-para-convencer-governo-suspender-kit-homofobia
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